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Press Releases 2007

São Paulo, 12 de março de 2007 A DuPont tem importante participação nas descobertas de um grupo de cientistas que mostraram que o acordo definido no Protocolo de Montreal teve expressivo impacto na proteção do clima e da camada de ozônio.
O artigo "The Importance of the Montreal Protocol in Protecting Climate" (A Importância do Protocolo de Montreal na Proteção do Clima) foi publicado no dia 08 na The Proceedings of the National Academy of Science. Seus autores são Guus J.M. Velders, Stephen O. Andersen, John S. Daniel, David W. Fahey e Mack McFarland, o cientista-chefe da DuPont na área de estudos da atmosfera.
O Protocolo de Montreal sobre substâncias que deterioram a camada de ozônio foi assinado em 1987.  O acordo restringe o uso de substâncias que esgotam o ozônio, incluindo o CFC (clorofluorcarbonetos) e HCFCs (hidroclorofluorcarbonetos), que são gases geradores do efeito estufa. Depois de duas décadas, o tratado levou à redução substancial nas emissões de substâncias prejudiciais à camada de ozônio. A pesquisa indica que a camada já está se recuperando.
“O Protocolo de Montreal gerou um importante impacto na redução do volume de gases geradores do efeito estufa que seriam emitidos na atmosfera”, afirma Dr. McFarland. “A rápida adoção de alternativas ao CFC em uma transição tranqüila durante os anos 90 combinada com tecnologias NIK (not-in-kind) e medidas de conservação contribuíram para a proteção da camada de ozônio e também do clima global. Mais do que isso, o exemplo dado pelo Protocolo de Montreal mostra claramente que a cooperação internacional entre várias comunidades, com regras flexíveis que estimulam a inovação, pode levar a rápidos progressos no que diz respeito à proteção das condições globais”, diz.

A DuPont defende a descontinuidade acelerada dos HCFCs, ações que minimizem a emissão de elementos de refrigeração e a adoção de alternativas de baixo potencial de aquecimento global (GWP - Global Warming Potential), quando possível. No ano passado, a companhia anunciou a identificação de um refrigerante de baixo GWP para aplicações de ar-condicionado automotivo e está trabalhando atualmente na exploração dessa tecnologia de baixo GWP para outras aplicações de refrigeração.        
A DuPont liderou a indústria na descontinuidade dos CFCs e a transição para alternativas ambientalmente aceitáveis. Naquela oportunidade, a DuPont estimou que mais de US$ 135 bilhões em equipamentos existentes nos Estados Unidos dependiam de CFCs, incluindo mais de 150 milhões de automóveis, 69 milhões de refrigeradores domésticos e mais de 70 mil sistemas de ar condicionado em edifícios.  Em janeiro de 1991, a DuPont foi a primeira companhia a lançar uma família de alternativas de refrigeração que atendiam a critérios ambientais, de desempenho e segurança e poderiam ser usados nos atuais e também em novos equipamentos, minimizando assim os custos de transição para milhares de empresas e consumidores em todo o mundo.
A DuPont reduziu a emissão de gases geradores do efeito estufa em mais de 70% desde 1991, totalizando mais de US$ 3 bilhões em custos evitados com energia. Essa economia de energia é baseada no uso de controles aprimorados de processo, na otimização da geração e da distribuição de energia em suas instalações, em novas tecnologias de baixo consumo energético e – um dois maiores fatores – no maior rendimento dos processos de manufatura da DuPont. A DuPont também está reduzindo o uso de combustível fóssil, empregando fontes alternativas de energia como o LFG (LandFill Gas).            

A DuPont – uma das primeiras empresas a estabelecer publicamente metas ambientais há 16 anos – ampliou seu compromisso com a sustentabilidade para além da redução interna das interferências ambientais, incluindo metas de mercado tanto em termos de receita quanto de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento, como os elementos de refrigeração de baixo GWP. Os objetivos estão associados diretamente com o crescimento dos negócios, especialmente com o desenvolvimento de novos produtos mais seguros e mais aprimorados do ponto de vista ambiental para os principais mercados globais, como os elementos de refrigeração de baixo GWP que reduzem a emissão de gases geradores do efeito estufa.